Discografia

Gildo de Freitas E Os Taytas Gauchada de Sul A Norte - 1976

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Músicas

Lado A - 01 - Abre O Olho Amigo

Intérprete: Gildo de Freitas

É isso rapaziada
Vamo fala um pouco da vida alheia
Abre o olho com amigo falso
eu que sei o que quero.


Se você hoje encontrar um conhecido
Sem grana desprevenido ali já um perigo
Porque ele chega lhe tratando com carinho
Depois lhe diz baixinho: -me defende meu amigo

Naquela hora o senhor serve o parceiro
Ele gasta o dinheiro que pra ele tanto faz
As vezes volta quando o tipo é descarado
Não paga o emprestado e ainda lhe pede mais

Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo
Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo

É isso mesmo, têm nada não, eu sei porque

Conheço um amigo falso depois que agarrou o dinheiro
Ficou tão mal amigo.
Certos amigos de visita todos os dias
Te tratando com alegria e anda contigo abraçado
Mas de repente forma uma historia triste
De coisas que nem existe lhe pede algo emprestado

E eu garanto que este algo é dinheiro
Você serve o companheiro, se meteu noutro perigo
Ele lhe deixa pior do que mosca tonta
Não lhe paga a sua conta e ainda fica sei inimigo

Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo
Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo

Bem assim mesmo, eu que sei o que quero
Outra volta gaiteiro


Até o cão que sempre foi bom amigo
Aquele não têm perigo porque não é traiçoeiro
E têm razão de traiçoeiro não ser
É porque não sabe ler e não conhece dinheiro
Mas se ele aprende o valor que a grana têm
Vai ficar falso também bem assim conforme eu digo
Aí na hora que precisares socorro
E chamares o teu cachorro, não é mais teu amigo

Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo
Abre o olho amigo, com está palavra de amigo
Porque um amigo falso é um tremendo perigo

Vamô encerra rapaziada e é isso mesmo!

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Lado A - 02 - Saudade Da Minha Terra

Intérprete: Gildo de Freitas e Carlos M. Pereira

Quero ir na minha terra
Quero matar a saudade
Quero ver o que eu não vejo
Aqui dentro da cidade
Quero demorar bastante
Ficar lá o mês inteiro
Quero fazer toda lida
Que eu fazia de primeiro
Quero domar potro xucro
Que há muito tempo eu não domo
Tomar um mate a meu gosto
Que há muito tempo eu não tomo
Tomar um mate a meu gosto
Que há muito tempo eu não tomo

Comer as frutas silvestres
Da mata da minha estância
Plantadas por mão do mestre
Que comi na minha infância
Eu quero fazer de tudo se der certo
O que eu desejo
Eu quero encerrar as vacas tirar leite
Fazer queijo
Fazer um laço de doze se esparramar no espaço
E cerrar nas guampas do bicho
Pra mostrar que braço é braço


Quero camperear bastante
No lombo de bons cavalos
Carpir bastante de enxada
Para as mãos criarem calos
Arrastar pipa de água
Na chincha do meu petiço
Para lembrar minha infância
E o meu primeiro serviço
Quero arranjar um gaiteiro
E fazer um baile animado
E provar que eu sou herdeiro
Da herança do passado
Pra provar que eu sou herdeiro
Da herança do passado

Lavrar terra sem trator
Pegar no rabo do arado
Pra bem da musculatura
Cortar lenha de machado
E levar um retratista
Pra bater fotografia
E provar pra meus amigos
De tudo que eu lá fazia
Vou fazer acreditar
Quem nunca me acreditou
E outros ficarão sabendo
Quem eu era e quem eu sou
E outros ficarão sabendo
Quem eu era e quem eu sou

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Lado A - 03 - Cantando Pra Lua

Intérprete: Gildo de Freitas

Ai vai surgindo à lua Cheia como é linda
Com os seus raios luminosos cor de prata
Eu me recordo quando a lua vem surgindo
Das noites lindas que eu fazia serenata
Oh Lua Cheia o teu luar não envelhece
E reconhece que pra ti eu já cantei tanto
Porque deixaste eu ficar assim velhinho
Eu hoje agarro meu pinho quero cantar e não canto

Quando eu enxergo o clarão da lua cheia
Me dá vontade de andar pelas estradas
Ansiosamente meu coração balanceia
Oh Lua Cheia cadê minhas namoradas
Eu hoje em dia não canto mais serenata
Porque a velhice matou a minha mocidade
Eu vejo a lua luminosa cor de prata
E pouco a pouco vou morrendo de saudade

É brabo, mas a saudade malvada mata a gente!

Quando eu morrer peço aos meus companheiros
Me largue no terreiro e alguém cantando na rua
No meu caixão me ponham um violão junto
Pode ser que meu defunto ainda cante para a Lua
Na minha campa dia santo e de finado
Quero cantiga quero sorrisos e palmas
O capelão que reze um terço cantado
Será só isso que alegra a minha alma

Vamô fecha as porteiras rapaziada

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Lado A - 04 - Desafio De Memórias

Intérprete: Gildo de Freitas e Lina Rodrigues

Senhoras e senhores neste momento
Gildo de Freitas num duelo de memórias
com Lina Rodrigues recentemente
chegada de Portugal canta o primeiro
verso ela que veio de além mar


Lina Rodrigues
gaúcho Gildo de Freitas
eu não vim para vencer
eu vim lá de portugal
somente para te ver
aproveitando o ensejo
vim aqui te conhecer

Gildo de Freitas
vens aqui me conhecer
e ainda me encontra vivo
eu aqui estou às ordens
ainda forte altivo
porém fiquei curioso
para saber o motivo

Lina Rodrigues
para saber o motivo
tua voz eu conhecia
só duas coisas no mundo
que meu coração queria
conhecer Gildo de Freitas
e o porto da bahia

Gildo de Freitas
rico porto da bahia
coberto de encantos mil
vais conhecer salvador
de povo puro e gentil
por ali a tua gente
penetrou neste Brasil

Lina Rodrigues
penetrou neste Brasil
bonito e cheio de gloria
eu já vi que tu entende
bastante da nossa historia
vamos cantar neste assunto
para que temos memória

Gildo de Freitas
de fato temos memória
e vamos puxar por ela
o professor me dizia
que era trezes caravelas
governadas a par de remos
e motor tocada a vela

Lina Rodrigues
e motor tocada a velas
saíram de portugal
provaram grande heroísmo
para todos em geral
arriscaram suas vidas
pelo teu torrão natal

Gildo de Freitas
tens razão este Brasil
É o meu torrão natal
a não ser a tua terra
jamais se encontra outra igual
por isso deus salve alma
de Pedro Álvares Cabral

Lina Rodrigues
de Pedro Álvares Cabral
o famoso marinheiro
atravessou o atlântico
olho vivo e pé ligeiro
para conhecer de perto
vosso índio brasileiro

Gildo de Freitas
nosso índio brasileiro
selvagem de nossa mata
também levaram daqui
muito ouro e muita prata
por causa dos portugueses
o meu Brasil tem mulata

Lina Rodrigues
e o teu Brasil tem mulata
o senhor quer gozação
quando falou em mulata
notei a sua feição
que o senhor tem alguma
dentro do seu coração

Gildo de Freitas
dentro do meu coração
adivinhou com certeza
tenho mulata alemã
Brasileira e japonesa
tenho de todas as raças
só me falta a portuguesa

Lina Rodrigues
só te falta a portuguesa
agora fiquei contente
porque eu já sou casada
não sou mais uma inocente
minha raça se defende
por se muito inteligente

Gildo de Freitas
por ser muito inteligente
te julgas ser avançada
mas eu já vi portugueses
fazerem coisas erradas
fazer tramela redonda
e fazer rodas quadradas

Lina Rodrigues
e fazer rodas quadradas
conforme estais explicando
pois o inventor das coisas
sempre começa errando
eu nasci para cantar
e nunca errei cantando

Gildo de Freitas
tu nunca erraste cantando
eu gostei do teu assunto
mas se um dia enviuvares
reza pelo teu defunto
me procura novamente
pra nois dois cantarmos juntos

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Lado A - 05 - Triste Passado

Intérprete: Gildo de Freitas

Quem tu eras e hoje quem és
Quem te viu conforme eu te vi
Cercadinha de bons coronéis
Que brigavam por causa de ti
O salão onde tu dançava
Sempre foste a mais preferida
Que aquele que tu desprezava
Ele muito sofreu por ti nesta vida

Ah! O orgulho que estraga
Neste mundo se faz
Aqui mesmo se paga

Muitos deles deixaram a família
Arrodiando de teus falsos carinhos
Hoje vivem assim que nem tu
Tristinho no mundo e sofrendo sozinho
E aquele das horas tristozas
Casou por contrato e desfruta carinho
E vive nadando em mares de rosas
Enquanto tu cruzas a estrada de espinho

Ah! O orgulho que estraga
Neste mundo se faz
Aqui mesmo se paga

Cadê-lhe a beleza que tinhas no rosto
E o sorriso que tinhas na boca
Trocaste o tudo por tanto desgosto
E vives na rua assim como louca
Trocaste a alegria por tanta tristeza
E ele a tristeza por tanta alegria
E não lhe fez falta a tua beleza
Ele é muito feliz sem tua companhia

Ah! O orgulho que estraga
Neste mundo se faz
Aqui mesmo se paga

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Lado A - 06 - Gaúcho De Vergonha

Intérprete: Gildo de Freitas

Já fui gaúcho campeiro domador de profissão
E por causa de uma chinoca passei a ser cidadão
Fazendo as vontades a ela pra bem da nossa união
Sem esperar que ela mesma me usasse de traição
E quando eu senti que estava ferido meu coração
Envergonhado da vida tomei uma decisão
Para que ninguém tivesse de mim uma informação
Nem a própria china mesmo me fui direito ao sertão
Eu prefiro viver com as feras com leões
Tigres, panteras, mas com mulher falsa não


Assim vou levando a vida
Por este sertão sem fim
Vivendo de caça e pesca
Embora eu ache ruim
Pois quando china não presta
Eu prefiro mais a floresta
E as feras em torno de mim
Pois china quando não presta
Eu prefiro mais a floresta
E as feras em torno de mim

Caço bem e pesco bem
Pra comer me desaperto
Os meu prazer é aqueles
Que eu adquiro no deserto
É triste mais é verdade
Ser traído e ter saudade
De quem já se viveu perto
É triste mais é verdade
Ser traído e ter saudade
De quem já se viveu perto

Já estou ficando velho
Brigando com a triste sina
Por incrível que pareça
Eu gosto daquela china
Só descansarei com a morte
Diz à saudade que eu volte
Mas o capricho me domina
Só descansarei com a morte
Diz à saudade que eu volte
Mas o capricho me domina

Só não digo o nome dela
E nem o lugar que eu ando
Pra ninguém ficar com pena
Das penas que estou passando
Por uma china fingida
Só quem sabe a minha vida
É este que está cantado
Por uma china fingida
Só quem sabe a minha vida
É este que está cantado

Fiz a história e dei pra o Gildo
Por se ver que está capaz
De cantar o sentimento
De quem não quer viver mais
Não quero que por mim chore
Deixem que as feras devorem
Todo os meus restos mortais
Não quero que por mim chore
Deixem que as feras devorem
Todo os meus restos mortais

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Lado B - 01 - Saravá Pra Ti

Intérprete: Gildo de Freitas

Eu esta noite eu tava no rancho
Eu me deitei mas não pude dormir
Porque um amigo meu apareceu
E convidou para nois dois sair
E na estrada fomos conversando
E na conversa ele pegou a rir
Depois então passou a me contar
Que era um sarava que nois tinha que ir
Eu cheguei lá eu vi tudo fungando
Pula pra lá e pula pra aqui
E só diziam pro santo desce
Eu não notava desce nem subi
E de repente um estravolega
Fez um barulho e abaixou ali
Pediu barafá para ele bebe
Eu fui pra perto e também bebi
E o Pai de Santo logo embraveceu
Mandou os outros me tira dali
Foi um fiasco daqueles bem grande
Que os próprios santos tiveram que rir
No me pega para tirar para rua
Já um estalo na cinta eu senti
A pobre cinta foi arrebentando
E a calça velha começou a cair
Pela friagem que eu senti na perna
Olhei pra baixo é que eu fui sentir
Eu tinha vindo meio cochilando
E desprevenido de casa eu sai
Daquela feita me deram uma folga
Eu esperneei e tratei de fugi
E lá na estrada eu tava escutando
As mulher gritando “Saravá pra ti!”

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Lado B - 02 - Prenda Linda

Intérprete: Deori Marques

Queria tanto que essa luz brilhase tanto
E pudesses enxergar o quanto que eu te amo
E essa canção falase apenas as palavras
Que eu não sei falar... prenda linda
Queria tanto que soubeses
Que mais vale essa falsa estrela
A brilhar no teto, e que meu verso viva apenas
Em função do meu afeto... prenda linda
Queria tanto que entendeses
Que se a luz de todo mundo se apaga-se
A minha luz, pequena estrela não, há de terminar
Enquanto o amor durar... prenda linda.

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Lado B - 03 - Definição Do Grito

Intérprete: Gildo de Freitas

Uma vez num outro estado me pediram informação
Pelo quê que no Rio Grande todo gaúcho é gritão
Bem ali no pé da letra já lhe dei explicação
São tradições do estado pra quem foi acostumado
a gritar com a criação.

Assim mesmo não são todos do falar agritalhado
O gaúcho da cidade tem o falar moderado
Na campanha é que há razões de falar mais alterado
Isto são coisas da vida pra quem se criou na lida sempre
gritando com o gado.

Quem se criou na campanha saltando de madrugada
Obedecendo o patrão e pondo a tropa na estrada
Quem quiser ver coisa feia é uma tropa estourada
É ali que eu acredito que a gente não dando uns grito
se perde toda a boiada.

Dou definição do grito porque me criei tropeando
Hoje de vida mudada vivo no disco gravando
Mas eu tenho a impressão que ouço o gado berrando
Por isso às vezes facilito e sem querer dou-lhe um grito
e gravo a letra gritando.

A resposta da pergunta sempre eu achei mais bonita
Aí pra banda do norte, aonde eu não fiz visita
Responderei pelo disco, sei que este povo acredita
Nesta minha gravação fica dada a explicação
Por que é que o gaúcho grita

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Lado B - 04 - Grande Brasil

Intérprete: Valmir Ferreria Carneiro

Sou orgulhoso por ser brasileiro
E os meus patrícios se orgulham também
O nosso Brasil é um país muito rico
E em breve eu serei rico também
Em muitas nações existem belezas
Mas igual ao nosso Brasil não tem

Vou conhece-lo de norte a sul
Comprei agora um bom caminhão
Vou percorrer os vinte e dois estados
Compro um pouquinho de cada produção
Eu determino o dia da saída
Mas não determino a volta da excursão

Vammos conhecendo

Cheguei no Acre para iniciar
Comprei borracha e logo parti
No Amazonas comprei guaraná
E fui ao Pará comprar açaí
No Maranhão comprei babaçu
E comprei mamona lá no Piauí

No Ceará comprei carnaúba
E saí tirando poeira do chão
Rio Grande do Norte carreguei de sal
E na Paraíba óleo de algodão
Em Pernambuco eu comprei açúcar
E em Alagoas a mesma produção

Fui a Sergipe para comprar coco
Mas o da Bahia eu não esqueci
Na boa terra eu comprei cacau
E o gostoso acarajé comi
Em toda viagem senti mais saudade
Foi da baianinha que eu me despedi

Oô baianinha boa

Eu resolvi comprar um boi gordo
Fui ao estado de Minas Gerais
Comprei mais um boi lá em Mato Grosso
Baús de minérios fui até Goiás
No Rio de Janeiro fui ao Corcovado
E ainda comprei ferro e cereais

Na Guanabara comprei muitas frutas
Muitas laranjas vou falar o que é
De lá eu fui até o Espírito Santo
Ver se comprava um pouco de café
Cheguei em São Paulo eu cmprei um rádio
Para oferecer à minha mulher

Como tu é grande Brasil
Estou cansado de viajar
Atavessando tantas fronteiras
E não sei quando vou chegar


Quem escutar programa sertanejo
Pelas estradas ia me divertindo
No Paraná e em Santa Catarina
Comprei madeira e fui prosseguindo
Lá no Rio Grande do Sul comprei trigo
E voltei pra Bahia alegre e sorrindo

Nós já falamos em muitas riquezas
E todos sabem que não é farol
Nosso país é tricampeão do mundo
Lutou no México com chuva e com sol
Na Alemanha não foi feliz
Mas ainda é o rei do futebol

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Lado B - 05 - Casamento Infeliz

Intérprete: Gildo de Freitas

Minha viola de pinho que hoje estás isolada
Nós os dois sempre juntinho cantava nossas toada
Pisando devagarinho numa noite enluarada
Na janela de um ranchinho pra cantar pra minha amada


Foi com aquela serenata que nós fizemos na janela
Lua clara cor de prata alí eu conquistei ela
Para não dar uma rata eu já falei com os pais dela
E ficou maracada a data pra nós casar na capela


Esparramaram convites foram todos convidados
Para o casório da elite com um violeiro afamado
Veio até gente da elite no cujo o dia marcado
E todos tinham apetite pra comerem leitão assado

E todos tinham apetite pra comerem leitão assado

Quando eu voltei da capela já trazia os documentos
Eu já era esposo dela cheio de contentamento
Ai de ti minha bela disse pegue um instrumento
Sua viola amarela e faça algum movimento

Sua viola amarela e faça algum movimento

E numas rimas singelas cantei com facilidade
Agradecendo ao pai dela devido a sua bondade
Por criar uma donzela bonita na flor da idade
Assim tão linda e tão bela pra minha felicidade

Assim tão linda e tão bela pra minha felicidade

A nossa felicidade só dois anos nos durou
A malvada enfermidade a companheira levou
Cantar não tenho vontade você nunca mais tccou
Hoje só resta a saudade do tempo bom que passou

Hoje só resta a saudade do tempo bom que passou

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Lado B - 06 - Agradeço À Jesus

Intérprete: Gildo de Freitas

Obrigado Senhor Jesus Cristo
Pelo que o Senhor fez pra mim
Minha vida que era espinhosa
Transformaste em flor de jardim
A doença que tinha meu corpo
Jesus Cristo agarrou, deu um fim
Quem vivia tristonho e chorando
Hoje vive cantando assim:

Obrigado, Senhor Jesus Cristo
Tudo que o Senhor fez por mim.

Eu agradeço também a Jesus
Dos meus erros que fui perdoado
Tive horas de tanta tristeza
E hoje tenho Jesus do meu lado.
Reconheço que fui pecador
E que tive perdão dos pecados
E voltei a cantar novamente
Da doença já fui libertado.

Só me resta dizer a Jesus
Obrigado, Senhor obrigado.

Oh, Cristo cantando lhe peço
Que me faça esse grande favor
Deixa eu transmitir alegria
Já que eu sou seu filho cantor
Porém sempre de bom pensamento
Que eu jamais seja um malfeitor
Que eu receba e transmita o que é bom
Sem jamais ofender ao Senhor.

Quem ouvir receba de mim
Alegria, a paz e o amor


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